O ultrassom é com certeza um dos exames mais associados à gestação. E essa relação não é por acaso.

É através dele que se dá a maior parte do acompanhamento do desenvolvimento fetal e, por muitos anos, ele foi nosso único método para descobrir a sexagem do bebê.

O tempo passou e agora já existem diversos exames complementares. Mas, ainda assim, o ultrassom é indispensável no acompanhamento da gestação.

Por esse motivo, no texto de hoje conversaremos um pouco sobre o assunto!

Vamos lá?

O que é o ultrassom e por que ele é tão útil?

Primeiramente, o ultrassom é um exame clínico rápido, prático e indolor que usa a emissão de ondas sonoras para formar imagens que ajudam o médico a avaliar diversas estruturas do corpo humano em tempo real.

Em mulheres que não estão grávidas, por exemplo, o exame possibilita visualizar de forma clara as estruturas internas como ovário, útero e tubas uterinas.

Já para as gestantes, essa é a principal ferramenta para acompanhar o desenvolvimento fetal e identificar questões como: idade gestacional, sexo, batimentos cardíacos, quantidade de fetos presentes no útero, etc.

Além disso, através das imagens é possível visualizar o surgimento de complicações como má formação fetal, gestação ectópica, deslocamento da placenta, alterações cardíacas e problemas cromossômicos.

Dessa forma, é essencial que logo após a confirmação da gestação pelo Beta HCG, esse seja o exame realizado.

Mas, existem vários tipos de ultrassom que variam tanto pela aparelhagem usada, quanto pelo objetivo do exame. Conheça um pouco mais sobre eles a seguir.

Ultrassom 3D/4D

Esse tipo de exame pode ser realizado em qualquer momento da gestação. No entanto, a melhor visualização se dá entre a 26ª e a 29ª semana. Nele é possível visualizar de forma clara e palpável várias características físicas do bebê e é uma experiência incrível para as mães, que podem ver com nitidez o rostinho de seu filho.

Ultrassom morfológico

O ultrassom morfológico é um dos principais exames realizados no primeiro e segundo trimestre. O principal objetivo é avaliar as estruturas do feto, seu peso e seu tamanho.

Já no segundo trimestre, é possível verificar o sexo e observar sua movimentação.

Ecocardiograma fetal

Esse tipo de ultrassom tem como objetivo avaliar a saúde do coração do bebê, mesmo que ele ainda não esteja completamente formado.

Dessa forma, se é detectado qualquer tipo de alteração ou até mesmo diagnosticada uma doença, é possível planejar o parto da forma mais segura possível para a mãe e o bebê.

O mais recomendado é que o ecocardiograma fetal seja realizado entre a 18ª e 28ª semana de gestação.

Ultrassom doppler na gestação

Já o ultrassom doppler é um tipo de ultrassom mais completo. Através dele é possível identificar outros dados complementares sobre o estado de saúde do feto, como por exemplo: oxigenação, circulação sanguínea entre o feto e a placenta, batimentos cardíacos e o desenvolvimento fetal mais detalhado.

Geralmente ele não é solicitado em todas as gestações, mas as principais indicações incluem: gravidez múltipla, alterações de líquido amniótico, crescimento fetal reduzido ou incompatibilidades de tipos sanguíneos.

Mas, a indicação deve ser feita pelo médico responsável pelo pré-natal.

Perfil biofísico fetal

Por último temos o perfil biofísico fetal, que tem a função de avaliar de forma completa as estruturas fetais como: tônus fetal, movimentação física, movimentos respiratórios do feto, volume do líquido amniótico e batimentos cardíacos.

Ele deve ser realizado a partir do terceiro trimestre. Assim, é possível avaliar se há ou não algum tipo de sofrimento fetal e identificar se existe algum tipo de risco para o parto.

Para mais informações e agendamentos, entre em contato através dos números:

(34)3818-1272 / Whatsapp (34)98414-1793

Hospital Vera Cruz. Rua Doutor Marcolino, no 1000, Patos de Minas.

Aceitamos convênios.

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